Diversos setores da economia adaptaram suas práticas ao longo dos anos para acompanhar o novo cenário socioambiental, passando a apresentar, então, soluções diferenciadas para as necessidades que foram surgindo. Para a construção civil, um dos principais desafios é saber equilibrar o construir com a preservação ambiental, adotando processos e alternativas sustentáveis que reduzam a degradação ao meio ambiente.

 

Problemas oculares, faringite, infecção das cordas vocais, asma, fibrose pulmonar, câncer de pulmão e dermatites, por exemplo, são alguns dos vários prejuízos à saúde causados pela poluição do ar, que também pode levar à óbito. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de três milhões de mortes por ano estão relacionadas à exposição desse problema, que passou a crescer significativamente desde o início da Revolução Industrial, persistindo até hoje nas grandes cidades mundiais. Da mesma forma que prejudicam a saúde, os gases poluentes aumentam a temperatura da Terra, desequilibrando o planeta e seus ecossistemas. Em busca de soluções, os países e o homem têm procurado encontrar medidas para solucionar essa questão.

 

O Brasil, por exemplo, ratificou recentemente o Acordo de Paris, compromisso internacional assinado por 197 países durante a COP 21 para reduzir emissões de gases de efeito estufa na atmosfera e, assim, frear o aquecimento global. Com isso, o governo se compromete, oficialmente, a cortar as emissões do país em 37% até 2025, e em 43% até 2030, tendo como base o ano de 2005.

 

Nessa corrida surge a energia limpa como uma alternativa para explorar recursos renováveis de forma inteligente e benéfica, reduzindo o impacto ambiental. Em geral, as formas básicas desse tipo de energia são aquelas que utilizam água, vento ou sol. O Brasil, devido à sua grande riqueza geográfica, tem disponível um dos maiores potenciais de energia renovável do mundo: a água. O país também é privilegiado pela alta incidência de raios solares em seu território, configurando uma situação favorável para a geração de energia solar. Além desses dois tipos, o Brasil também produz energia eólica, gás natural e biocombustível.

 

Planeta: de olho no futuro

A Planeta é comprometida em desenvolver empreendimentos de forma responsável, respeitando sempre o meio ambiente. Conciliando a viabilidade econômica com a ecológica, seus projetos apresentam um conjunto de ações sustentáveis para garantir um futuro melhor.

 

Segundo o Diretor Administrativo e Marketing, José Mauro Couto, as soluções sustentáveis são inovações. “Vemos a sustentabilidade num contexto mais amplo da nossa responsabilidade socioambiental. Ela deve conciliar a viabilidade econômica com a ecológica, pois havendo a preservação do meio ambiente e das pessoas que dela sobrevivem, teremos também a perspectiva de perenidade da Construtora Planeta”, considera Couto. “Desse modo pensamos no futuro, pois é lá que o que fazemos hoje impactará”, finaliza.

 

A empresa adotou diversas práticas ao longo desses anos, tanto em relação à conscientização dos colaboradores quanto à execução das obras. Para garantir o melhor uso da água, seus empreendimentos contam com o sistema dual flush nos sanitários e reutilizam a água da chuva no sistema de irrigação dos jardins. Para economizar energia, implanta iluminação em LED e painéis fotovoltaicos. Colaborando com a redução dos gases de efeito estufa, incentiva a utilização de transporte limpo disponibilizando tomada para recarga de carros elétricos. Também oferece drenagem de águas pluviais, pavimentação com permeabilidade, utiliza madeiras com certificação, entre muitas outras soluções.

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