Logo após a compra de um apartamento, várias questões passam pela cabeça do futuro morador. Os primeiros passos dados no novo empreendimento, apesar de simples, podem confundir o condômino.

Quando um apartamento se encontra pronto para morar, ele está apto a receber os moradores, no entanto, alguns reparos e finalizações podem ser necessários. Mas afinal, quando um apartamento está realmente pronto para morar?

Neste post, vamos esclarecer os primeiros passos a serem seguidos logo após a aquisição de um apartamento finalizado, desde questões mais técnicas até as etapas burocráticas do processo. Acompanhe!

Quando um apartamento está pronto para morar?

Assim como o nome indica, o apartamento pronto não demanda ajustes estruturais ou obras adicionais para receber os seus compradores.

No entanto, para que o morador imprima uma visão mais intimista e pessoal para seu apartamento, alguns detalhes de personalização e acabamento costumam ficar em aberto.

Por isso, a seguir, vamos conhecer alguns detalhes e esclarecer as possíveis dúvidas que os compradores podem ter a estarem prestes a tomar posse de seu mais novo investimento.

Quais os primeiros passos a serem seguidos antes da mudança?

Antes de começar a transferir a mobília para o novo imóvel, é necessário checar alguns pontos estruturais e operacionais relacionados à estrutura, vistoria, documentação e outros. Além disso, é necessário ficar atento aos pontos que podem ou não ser reformados ou alterados para não comprometer a estrutura da obra.

Reformas e personalizações

Quando o imóvel fica pronto, o dono tem total liberdade para fazer as mudanças necessárias para que o apartamento fique “com a sua cara”. Com a planta em mãos e o projeto já finalizado, fica ainda mais fácil e rápido de se fazer uma reforma.

No entanto, nem toda mudança é bem-vinda para a composição da planta do imóvel. É desaconselhável, por exemplo, fazer qualquer modificação no que se refere à estrutura. Logo, as paredes não podem ser mexidas ou derrubadas, pois essa ação pode acabar comprometendo as condições de sustentação de todo o prédio.

O mais recomendado é procurar conhecer os detalhes da estrutura — como encanamento e fiação interna. Afinal, você não almeja ter o infortúnio de furar uma parede para colocar um quadro e acabar atingindo um cano acidentalmente, não é mesmo?

No caso da Construtora Planeta, ao adquirir um imóvel, o morador recebe um tutorial impresso denominado Manual do Proprietário. Nele, é possível esclarecer dúvidas sobre o que pode ser alterado, em qual altura passa o encanamento, onde são os pontos mais sensíveis da estrutura, além de dicas de personalização que podem facilitar a vida do morador.

Instalações elétricas e hidráulicas

O sistema de abastecimento de água costuma ser disponibilizado de antemão pela construtora. É aconselhável fazer um teste, ligando todas as torneiras e deixando a água correr por alguns segundos para verificar a existência de vazamentos nos sifões e conseguir a garantia de um bom funcionamento.

No caso das instalações elétricas, é preciso solicitar a ligação de energia na companhia responsável do município. O procedimento é simples e não é feito com antecedência para evitar custos elevados e desnecessários na primeira conta de luz do morador.

Acessórios e itens metálicos

Normalmente, os apartamentos não são entregues equipados com os acessórios metálicos, como torneiras, pias, lustres, bases e hastes. É comum que esses itens sejam comprados separadamente, até mesmo para satisfazer o gosto pessoal do comprador.

Vistoria e documentação

Logo após a aquisição do imóvel, é preciso aguardar a expedição do Habite-se, documento emitido pela prefeitura. Essa declaração visa comprovar que o empreendimento foi construído de acordo com as regras e exigências da legislação local e seguindo o Código de Obras do município.

Após solicitado o Habite-se — também conhecido por auto de conclusão de obra —, um engenheiro é enviado até as instalações, onde ele realiza uma vistoria em companhia do corpo de bombeiros e atesta a segurança do local, por exemplo, em casos de incêndio.

Vale ressaltar que apenas receber devidamente as cobranças municipais (IPTU, contas de água, luz etc) não classifica o imóvel como apto a receber moradores. Apenas a obtenção do Habite-se capacita o local para esses fins.

Em alguns casos, o documento é expedido antes mesmo do ato da compra ou no decorrer dos trâmites financeiros do ato de aquisição.

Como é o processo de financiamento imobiliário?

A aquisição de um imóvel exige planejamentos. Na compra de um apartamento, entende-se que o comprador terá que fazer o pagamento, na maioria dos casos, ou à vista ou fazendo um financiamento com instituições bancárias.

É bem comum que os bancos peçam de entrada um valor próximo a 20% do total do imóvel. O restante é analisado em conjunto com a renda do interessado. Caso o montante seja suficiente, o banco costuma financiar até 80% do valor.

Por isso, é importante manter essa reserva para o “sinal” já no ato da compra — sem deixar de levar em conta as despesas com documentação, registros e emolumentos de escrituras.

Considerando ainda o intermédio de uma imobiliária competente — responsável por fazer da concretização da venda uma etapa mais fluida no processo —, passada a fase burocrática, basta começar o processo de mudança.

Como funcionam as ações de suporte ao cliente após a aquisição do imóvel?

Como as eventualidades são comuns em qualquer transação comercial, é necessário que o morador opte por instituições que ofereçam formas rápidas e viáveis de suporte ao cliente logo após a compra dos apartamentos.

O trabalho realizado em ações de pós-venda, acompanhamento e pronto atendimento para os clientes são essenciais para evitar possíveis dores de cabeça. Além disso, essas medidas garantem segurança caso ocorra algum impasse relacionado a problemas elétricos, de acabamento ou eventuais benfeitorias.

Vale lembrar que todos os reparos a serem feitos em áreas externas e de uso coletivo dos condôminos é de inteira responsabilidade sindical, como está estabelecido no Código Civil, em seu artigo 1331:

O solo, a estrutura do prédio, o telhado, a rede geral de distribuição de água, esgoto, gás e eletricidade, a calefação e refrigeração centrais, e as demais partes comuns, inclusive o acesso ao logradouro público, são utilizados em comum pelos condôminos, não podendo ser alienados separadamente, ou divididos.

No entanto, tudo que compete à área interna do apartamento é de responsabilidade do proprietário. Por isso, fazer negócios com construtoras de renome, que possuem expertise no mercado e dezenas de empreendimentos entregues com sucesso é garantia de um bom negócio, evitando grandes adversidades em um momento tão importante quanto a compra de um apartamento.

Agora que você já sabe os primeiros passos a serem seguidos quando o imóvel se encontra pronto para morar, entre em contato com a Construtora Planeta e conheça os nossos empreendimentos que mais se adequam ao seu perfil!

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