Ao longo do tempo, adquirir um imóvel tem sido um dos principais objetivos do brasileiro. Essa tendência continua em nossos dias, mesmo com a atual recessão econômica que o país enfrenta. Se esse também é o seu objetivo, separamos algumas dicas para comprar um imóvel.

Temos certeza de que esse artigo esclarecerá muitas de suas dúvidas. Acompanhe!

1. Verifique o histórico da construtora

O primeiro item a ser considerado é a reputação da construtora do imóvel. No entanto, alguns não levam a sério essa tarefa e acabam sendo lesados por empresas de reputação duvidosa.

Para evitar isso, faça uma pesquisa sobre os empreendimentos que a construtora já realizou, e se puder, visite-os. Nessa averiguação, tente perceber alguns detalhes, como os acabamentos, que revelam a qualidade das construções.

Na internet, procure por comentários ou recomendações de clientes da empresa. Dessa forma, você consegue identificar os pontos positivos e negativos dos serviços da construtora.

Se você chegar a conclusão que a empresa é confiável, siga-a nas redes sociais para receber notificações sobre os empreendimentos que ela está edificando.

2. Observe a vizinhança

De uma forma ou de outra, os vizinhos afetam a nossa vida. Então, para evitar surpresas, analise a vizinhança do lugar onde pretende comprar o imóvel. Por exemplo, as pessoas são barulhentas? Parecem amigáveis? Há muitas crianças?

No entanto, a movimentação nos arredores do imóvel também deve ser encarada como uma “vizinhança”. Sendo assim, caso goste de sossego, evite comprar uma moradia em ruas com trânsito intenso ou com comércio muito forte.

3. Fique atento ao prazo de entrega

Uma das grandes preocupações dos compradores é se o imóvel será entregue na data combinada. De fato, essa é uma situação que pode ser frustrante. Para evitar isso, tenha certeza de que a empresa costuma cumprir os prazos para a entrega das chaves do imóvel.

Geralmente, uma construtora responsável se preocupa em manter os clientes informados sobre os andamentos da obra. Algumas fazem isso ao postar fotos nas redes sociais após finalizarem uma etapa do projeto.

Já outras utilizam drones para filmar diariamente os serviços que foram realizados. Algumas construtoras oferecem a opção de os clientes acompanharem em tempo real a obra do empreendimento.

Seja qual for o método utilizado, o ideal é, vez por outra, o comprador visitar o canteiro de obras junto com um profissional da empresa. Desse modo, a construtora perceberá a importância de cumprir com o acordo feito.

4. Faça um planejamento financeiro

Apesar de ser um objetivo muito cobiçado, comprar uma moradia não sai barato. Por essa razão, é preciso planejamento financeiro. Mas como fazer isso? Um aspecto importante é pesquisar por imóveis que caibam dentro do seu orçamento.

Afinal, não adianta querer morar em uma residência de alto padrão se não tem recursos financeiros para isso. Definido o valor da moradia, o próximo passo é reunir o dinheiro para efetuar a compra.

É óbvio que seria muito melhor economizar para adquirir a casa ou apartamento à vista. Porém, se isso não for possível, há a opção do financiamento, no qual se deve comprometer, no máximo, 30% da renda familiar.

Então, vamos às contas! Se uma família recebe mensalmente R$ 4.000, R$ 1.200 será colocado na poupança ou gasto com as parcelas do financiamento. Caso esteja difícil separar 30% da renda familiar, tente identificar gastos que podem ser cortados para, assim, economizar dinheiro.

5. Entenda os custos da documentação

Às vezes pensamos somente no valor líquido do imóvel e nos esquecemos do bruto, que inclui os custos com a documentação. Se colocarmos na ponta do lápis, notaremos que esses valores pesam no preço final da moradia.

Um desses gastos é com o Imposto Sobre Transmissão de Bens Imóveis (ITBI), recolhido na transferência da propriedade. Esse imposto varia de acordo com a cidade em que a residência está localizada, e quem paga isso é o comprador.

Outro documento exigido é o Registro de Compra em Cartório, que também difere de um estado para outro e leva em consideração o valor do imóvel, ou seja, quanto mais caro for a moradia, maior será o custo desse registro.

Além disso, há os gastos com a escritura da residência, que, para definir o valor, segue as mesmas regras dos documentos já citados. Porém, se o comprador optar pelo financiamento, não há necessidade desse documento, pois o contrato do financiamento serve como escritura.

Após a compra da moradia, o dono deve declará-la no imposto de renda do ano seguinte. Nesse caso, o valor pago pela propriedade é apresentado à Receita Federal.

6. Analise as regras do financiamento

É fundamental que o comprador conheça as regras atuais para o financiamento do imóvel. Dessa forma, poderá se organizar financeiramente. Em 2017, houve alguns ajustes na concessão de crédito para financiamento.

Em um artigo da Empresa Brasileira de Comunicação (EBC), foi divulgado que o limite para financiamento de imóveis usados caiu para 50%. Por outro lado, se a moradia for nova, o valor sobe para 80%.

No entanto, o valor concedido no financiamento varia de acordo com a renda da família. Por exemplo, segundo informações da revista Exame, se uma família recebe mensalmente R$ 3.000, a quantia máxima que pode financiar é de R$ 115.000. Contudo, deve dar R$ 34.500 de entrada.

Com a taxa Selic em queda — atualmente em 7,4% —, vários bancos anunciaram há alguns meses uma redução nos juros do financiamento. Essa informação foi divulgada pelo site G1.

A título de exemplo, a Caixa Econômica Federal baixou para 10,25% a taxa de juros dos imóveis comprados por meio do Sistema Financeiro de Habitação (SFH), e em 11,25%, os adquiridos pelo Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI).

Aqueles que se enquadram na linha de crédito pró-cotista — que utilizam os recursos do FGTS — desfrutam da menor taxa de financiamento do mercado, em torno de 9%. No entanto, essa opção está disponível apenas no Banco do Brasil.

Enfim, com alguns cuidados fica bem fácil comprar o seu imóvel. Depois que conquistar esse sonho, você pode traçar novos objetivos para a vida de toda a sua família.

O que achou deste artigo? Gostou das dicas para comprar um imóvel? Então, aproveite e conheça 6 passos para evitar transtornos durante o planejamento para comprar um apartamento na planta!

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