De acordo com o que mostra uma pesquisa realizada pela revista Exame, milhares de brasileiros que moram em grandes capitais almejam fugir desses centros urbanos rumo a cidades menores.

Porém, sair de uma cidade grande e ir para um município de menor porte pode gerar insegurança, além de ser um choque de realidade muito grande para quem já é acostumado a levar uma vida mais agitada.

Por isso, as cidades que mesclam elementos rurais com infraestrutura de capital estão, cada vez mais, chamando a atenção das pessoas.

E é claro que Sorocaba — que já foi apontada pela ONU como uma das melhores cidades para se viver no Brasil — é um grande alvo de quem busca por esse estilo de vida mais tranquilo, mas com diversas oportunidades. Logo, a procura por imóveis na região é cada vez maior.

É diante desse contexto que, neste artigo, vamos entender melhor como financiar um apartamento na região de Sorocaba, dando destaque para a Planeta, construtora com mais de duas décadas de atuação na cidade, com dezenas de segmentos entregues e a incrível marca de 0% de atrasos em obras. Acompanhe!

Como o financiamento de apartamentos funciona?

De maneira geral, o processo de financiamento de um imóvel é bastante simples. As instituições bancárias oferecem o crédito mediante as condições reais de aquisição do comprador.

Os prazos e taxas de juros variam conforme a renda e a idade. No caso da renda, o valor mínimo disponibilizado ao cliente é dado em função do montante a ser financiado.

Cada agente financeiro tem sua particularidade, mas, em geral, é feita uma análise de crédito do pretendente levando em consideração a renda total, a forma de comprovação da renda e outros itens que variam a cada instituição.

O que você precisa planejar antes de assinar o contrato?

Os bancos costumam financiar um montante que varia entre 70% e 80% do valor total de um imóvel novo. Considerando isso, o interessado em obter o financiamento deve se preparar para ter o restante do valor, a ser pago diretamente ao vendedor do imóvel.

Sendo assim, o planejamento financeiro é essencial, o que torna importante um estudo da tabela de preços e condições da construtora aliado às linhas de crédito disponíveis pelas instituições bancárias.

Uma boa forma de se adequar a isso é a aquisição de imóveis na planta, que propicia ao comprador um meio eficaz de, gradativamente, pagar esse percentual durante a fase de construção.

Outros planejamentos importantes referem-se ao estudo da planta, conhecimento acerca da construtora ou imobiliária e homologação de documentos. É fundamental, também, o domínio das informações sobre o imóvel, como as que estão disponíveis no Memorial Descritivo — declaração que contém todos os detalhes técnicos do projeto.

Como escolher o sistema de amortização de parcelas?

Termo muito difundido e estudado na matemática financeira, a amortização de parcelas é comum nos casos de financiamento imobiliário, por se tratar de um facilitador no abatimento da dívida.

Ela envolve duas variáveis: o valor emprestado (que pode ser caracterizado como a dívida total) e a taxa de juros acordada. Também são levados em consideração o tempo do financiamento e o valor das parcelas.

Existem duas formas de se amortizar as dívidas: o sistema SAC e a Tabela Price. O primeiro acontece quando os juros referentes a cada parcela da dívida diminuem gradativamente a cada mensalidade paga.

Já pela Tabela Price, o valor da prestação é regular e sem correção, o que torna as parcelas mais caras do que no sistema anterior. No saldo final do pagamento, o valor tende a ser maior para quem opta por esse modelo.

A Tabela Price pode parecer menos vantajosa a longo prazo, mas, se o orçamento do comprador for limitado, a amortização por Tabela Price é um caminho mais viável, visto que os valores das parcelas iniciais são menores do que em SAC.

Para fazer a escolha mais precisa, entram as questões de planejamento financeiro citadas acima, para que tanto o comprador quanto a construtora não corram o risco de sofrer adversidades e inconveniências consequentes da escolha errada do modelo de financiamento.

Quando declarar o financiamento de imóveis no Imposto de Renda?

Devido à multiplicidade de casos de compra, venda e demais transações comerciais envolvendo imóveis, os processos de financiamento geram muitas dúvidas com relação à declaração do Imposto de Renda.

Vale destacar que todos os declarantes devem informar seus bens, direitos, dívidas e ônus reais, assim como de seus descendentes, do primeiro ao último dia do ano anterior. Logo, todas as aquisições e alienações de compra e venda devem estar presentes.

Quem adquiriu um imóvel com valor inferior a R$ 300 mil está dispensado da declaração. A obrigatoriedade convém a quem adquiriu, até o dia 31 de dezembro do ano anterior, um imóvel com valor superior a esse montante. No entanto, quem possui bens com montante que supere a marca de R$ 300 mil é obrigado a fazer a declaração, independentemente de ter ou não adquirido um imóvel no ano anterior.

Vale lembrar que o preço declarado deve ser sempre o montante original do imóvel, não importando questões de valorização do mercado.

No caso dos imóveis financiados, o contribuinte deve atualizar a situação até o último dia do ano a ser declarado. O valor total declarado deve ser o montante investido até essa data, incluindo a entrada e as parcelas pagas acrescidas de juros. Anualmente, o contribuinte acrescenta o valor pago no imóvel naquele período até quitar o bem.

Como financiar um apartamento com a Construtora Planeta?

Quando falamos de imóveis prontos para morar, é necessário buscar o financiamento bancário. Como o imóvel já está finalizado, a documentação já foi emitida com o habite-se — autorização da prefeitura que qualifica o imóvel para receber moradores — e os demais registros. Logo, o cliente já está capacitado para escolher a forma de pagamento que lhe for mais viável.

É possível dar uma entrada, buscar por um empréstimo ou até usar o FGTS — o que se tornou ainda mais comum com a flexibilidade das regras e a liberação do Fundo de Garantia em 2017.

Já com relação aos imóveis comprados na planta, a Construtora Planeta tem uma forma de pagamento direto com a instituição no decorrer da obra, a chamada Tabela Banco. O comprador paga em torno de 30% do valor total do imóvel durante a construção e, ao final, quando o empreendimento é entregue, ele quita o restante junto ao banco de sua escolha.

Além disso, com a Tabela Investidor, usada em casos de entradas maiores, que giram em torno de 45% do valor total do imóvel, o restante do valor é diluído até a conclusão da obra. Como as parcelas são maiores, os bancos não são envolvidos, e a negociação é feita diretamente com a construtora.

Agora que você já sabe tudo sobre como financiar um apartamento, entre em contato com a Construtora Planeta e conheça os empreendimentos que mais se adéquam ao seu perfil.